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  • Rodrigo Paiva

Quando o assunto é investimento, o que gera mais engajamento nas redes sociais?




Na [2a.INVEST] de hoje, continuamos a repercutir o estudo da ANBIMA denominado FInfluence – Quem fala de investimentos nas redes sociais, em sua terceira edição, que confirmou o protagonismo dos influenciadores digitais na difusão da educação financeira no Brasil.


Como vimos na semana passada, um dos destaques do estudo é descobrir que o interesse pelo assunto de investimentos ficou acima da busca por informações sobre saúde, mesmo durante a pandemia, e somente foi superado por beleza e esportes, ou seja, o brasileiro está preocupado com preservação de seus recursos financeiros.


Hoje trazemos os resultados da pesquisa sobre os temas em investimentos que geram o maior engajamento por parte dos internautas:



Os produtos considerados "commodities", com destaque para o petróleo, estiveram no foco do interesse do público no primeiro semestre e lideraram no critério engajamento. Os motivos foram a oscilação nas cotações decorrente da guerra na Ucrânia, a tentativa de interferência na política de preços da Petrobras e a mudança na tributação dos combustíveis. Alimentos, minerais, energia e todos os demais produtos básicos foram afetados pela disrupção da logística internacional.


Em segundo lugar, aparecem as publicações sobre "day trade" – compra e venda de ações no mesmo dia. Os conteúdos sobre esse tópico se concentram principalmente no YouTube, com longos vídeos de transmissão das transações, além de cursos e aulas para quem deseja se aventurar nessa área.


Na sequência, vêm os fundos imobiliários, que dominaram a pauta por conta de uma decisão da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), anunciada em janeiro, de não permitir que fundos ofereçam mais dividendos do que o lucro contábil acumulado em carteira. Apesar da determinação ter sido revogada em maio, os influenciadores continuaram debruçados sobre o tema.


Portanto os temas que tinham a ver com a atualidade ganharam o destaque do público.


Tipos de Investimentos

A pesquisa mostra ainda que os tipos de investimentos mais falados e comentados pelos influenciadores digitais não são, necessariamente, os que despertam o maior interesse do público.


Para se ter ideia, a maior parte das publicações produzidas pelos criadores que tratam de ativos específicos são sobre os investimentos em renda variável, aparecendo em 95% dos conteúdos. Os principais são moedas (26,3%), criptomoedas (23,4%) e ações (21,9%).

Por outro lado, os internautas se engajam 270% a mais em posts sobre investimentos em renda fixa, pois é aonde está a maioria dos investidores brasileiros. É o caso da poupança, que lidera com folga no ranking de interesse dos internautas. Isto mostra o tanto que precisamos evoluir na educação financeira dos brasileiros que ainda tem na caderneta de poupança, a mais popular aplicação, sendo que a mesma tem baixos retornos em comparação a outros produtos de renda fixa tão seguros quanto, como os títulos do Tesouro Direto. A boa notícia é que o Tesouro Direto, aparece em segundo lugar entre as temáticas que mais geram engajamento. Neste ano, com as consecutivas altas da SELIC, que elevaram a taxa de juros para os dois dígitos, os papéis do Tesouro se tornam ainda mais atrativos, já que passaram a dar mais retorno ao investidor, oferecendo baixo risco e alta liquidez.


Na terceira posição entre os temas que mais envolvem os usuários, os imóveis mobilizam principalmente em publicações relacionadas a ganhos financeiros e dicas para atrair locatários. Analistas, produtores de conteúdo e portais especializados são os que mais abordam a temática, o que inclui análise sobre fundos imobiliários.



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Links úteis: para baixar o relatório completo da ANBIMA utilize este link: Finfluence III.


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